Ríos Químicos | La biota acuática de los Rios Paraná y Paraguay en riesgo por los agrotóxicos.
Agrotóxicos contaminam bacia da Rio da Prata, mostram estudos publicados em revista internacional.
Agrotóxicos contaminam bacia da Rio da Prata, mostram estudos publicados em revista internacional.

Documento analisa 381 referências sobre temas que envolvem alimentação, produção de plantas e de animais, impactos na saúde, entre outros por Alan Tygel Em dezembro de 2016, o Parlamento Europeu, através do Painel de Avaliação de Opções em Ciência e…
MDA resiste!
"O Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) tem com objetivo fortalecer a produção agrícola de base agroecológica e orgânica, além de ampliar a oferta e o consumo de alimentos saudáveis, apoiar o uso sustentável dos recursos naturais e disseminar o conhecimento em agroecologia, de forma a promover a melhoria da qualidade de vida da população brasileira do campo e das cidades."
Agronegócio, além de matar gente, mata o solo e toda a vida que surge a partir dele.
"As mudanças globais podem ser, portanto, agrupadas em duas classes principais: as mudanças globais antrópicas e não-antrópicas. As primeiras são as que mais preocupam a humanidade atualmente. Os problemas mais discutidos são os fluxos de populações, a exemplo da emigração em massa do norte da África para a Europa , as desertificações que podem ser observadas em alguns países da África, a perda de biodiversidade que ocorre no arco de fogo na amazônia, e aumento das concentrações de carbono na atmosfera, entre outros."
Há quatro anos, o latifúndio assassinava um dos maiores defensores e praticantes da agroecologia: Cícero Guedes.
As balas atiradas pelos donos da terras nos ensinaram que fazer a agroecologia popular vai contra os grande interesses do latifúndio, ainda hoje, como há tantos séculos.
Mataram Cícero, mas mil estrelas brotaram no céu para guiar a nossa luta. Assumimos o compromisso de garantir que sua vida e sua morte não foram em vão.
Cícero Guedes, presente, presente, presente!
A falsificação dos agrotóxicos é estrutural do sistema. Tornam a agricultura dependente, aumentam o preço e depois reclamam do contrabando.
Agrotóxico é veneno, e veneno mata!
"O nome da operação faz alusão à expressão francesa Poison Cachè que em português quer dizer “Veneno Oculto”, em referência as características e qualidade das substâncias químicas que são aplicadas no cultivo dos alimentos consumidos."
Orgânicos bombando no Espírito Santo!
"Segundo dados da Seag, no Espírito Santo, 300 produtores rurais já possuem a certificação orgânica. Em torno de 1.300 não utilizam produtos químicos nas lavouras, e outros 300 estão em fase de transição (saindo do cultivo tradicional e adotando as práticas de agroecologia). Juntos, estes produtores (certificados e em transição) colhem cerca de 12.800 toneladas por mês. Os produtos mais cultivados são frutas e olerícolas."
Entrevista com a Geógrafa Larissa Bombardi, que está elaborando uma cartografia sobre o uso de agrotóxicos no Brasil.
Assim funciona a indústria do veneno: estimulam o uso, aumentam o preço, e o agricultor, dependente, recorre ao falsificado/contrabandeado. Não há um dia sequer sem notícias de apreensão de agrotóxicos falsos.
A escravidão não acabou. O agronegócio escraviza.
Uma pena é o título maldoso da reportagem, que leva a crer que houve menos crimes, e não menos fiscalização, como explicado depois.
"Os números podem não mostrar a realidade. Esse tipo de crime invisível, como o trabalho escravo, só pode ser quantificado quando tem visibilidade e, para isso, precisar ter mais fiscalização. Sem fiscalização, não tem visibilidade, e os números dão a impressão que a situação está melhor, resolvida"
Ótima análise de Paulo Vannuchi sobre o contexto indígena atual.
Neste Carnaval, a vitória é da agroecologia! As duas mais importantes entidades da Agroecologia no Brasil se manifestam em defesa da Imperatriz.
"Que o canto bravo e forte do Xingu, ecoado na Sapucaí pela Imperatriz, transforme-se num hino de paz e amor para todos os brasileiros e brasileiras."
Em 2016, os índices de violência em conflitos agrários atingiram os piores níveis dos últimos anos. De acordo com os dados parciais da CPT, no ano que se encerrou, o latifúndio e as empresas capitalistas encharcaram a terra com o sangue de 59 pessoas, brutalmente assassinadas por lutarem por direitos, pela Reforma Agrária e por seus territórios tradicionais. O número foi o maior desde 2003, quando 71 pessoas foram assassinadas em conflitos no campo.
“Apesar de muita gente pensar que se trata apenas de um alimento sem agrotóxicos, a definição de orgânico é muito mais ampla, englobando o manejo de forma equilibrada do solo e demais recursos naturais, como água, ar, radiação solar, solo, topografia, clima, biodiversidade tanto, vegetal como animal e microbiana, conservando-os no longo prazo e mantendo a harmonia desses elementos entre si e com os seres humanos”