Contra o fim do MDA
Contra o fim do MDA!
Contra o fim do MDA!
Na natureza, a prática da “financeirização” vincula os direitos fundamentais do ambiente saudável e o direito à vida ao criar mecanismos de pagamento por tudo aquilo que a natureza produz gratuitamente. A natureza nos fornece água, ar, terra, minérios, biodiversidade (florestas, fauna e flora) e não cobra por esse benefício providencial.
De interesse de representantes do agronegócio, a proposta é criticada por pesquisadores e movimentos que pedem o banimento do uso desses produtos.
O projeto dispõe sobre a regulamentação do uso de defensivos e demais produtos de controle ambiental. Na opinião do pesquisador Marcelo Firpo Porto, da Associação Nacional da Agroecologia, a medida representaria um retrocesso, tendo em vista a tendência mundial de abandono do uso desses produtos. "Há um movimento crescente de redução e o caminho aponta para o banimento do uso dessas substâncias. Como pode o Brasil caminhar na direção contrária"?, questiona.

O que é o alimento no Brasil hoje?
http://migre.me/tYxaV
Desde 2008 somos o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, 7,2 litros cada pessoa por ano.
Estamos em 2016 e no Brasil ainda se consomem frutas, verduras e legumes que cresceram sob os borrifos de pesticidas que lá fora já foram banidos há anos.
Charge João da Silva
#ComidaSemVeneno
https://www.abrasco.org.br/site/2016/05/dossie-agrotoxicos-ira-ganhar-versao-em-espanhol/
Manifestantes realizam marcha mundial contra multinacional Monsanto em mais de 40 países operamundi.uol.com.br Segundo organizadores, objetivo é conscientizar população sobre danos que os produtos da multinacional causam ao meio ambiente e à saúde humana
Iniciativa importantíssima, recomendamos o apoio!
Ministro rejeita recurso e mantém decisão obtida pelo Idec que exige informação no rótulo sobre uso de ingredientes geneticamente modificados, independentemente da quantidade
Vitória na Europa: decisão sobre renovação do Glifosato novamente adiada.
Desacordo segue principalmente entre Alemanha, a favor da liberação, e França, que tem se posicionado radicalmente contra.
Pensem numa pessoa gentil, respeitosa, com disposição e humildade para ouvir a todos, demonstrando que sempre haverá o que apreender, na escuta atenciosa do que cada um tem a dizer. Pensem em um PROFESSOR disposto a enfrentar escolas, insistindo, sempre, que os mestres devem aprender com os alunos. Que devemos desconfiar das tecnologias e estudar não para divulgá-las ou ganhar com elas, mas para filtrar seus efeitos a partir das respostas da natureza e da interpretação trazida pelos que com elas interagem, em sua vivência cotidiana. Nosso líder na luta contra os transgênicos, Paulo Kageyama.
Recebemos hoje a triste notícia do falecimento de Paulo Kageyama. Professor titular da ESALQ/USP, nunca se limitou à universidade: atuou em defesa da agricultura familiar, inclusive dentro do governo, contribuiu no desenvolvimento da agroecologia junto aos movimentos sociais, especialmente o MST, e nos últimos anos se dedicou fortemente ao tema dos transgênicos. Foi membro da CTNBio, onde lutou com todas as forças contra a aprovação do eucalipto transgênico e do mosquito transgênico.
Perdemos um companheiro de luta, ganhamos uma inspiração e um motivo a mais para continuar nossa batalha.
Em sua memória, deixamos a homenagem feita por Leonardo Melgarejo:
Pensem numa pessoa gentil, respeitosa, com disposição e humildade para ouvir a todos, demonstrando que sempre haverá o que apreender, na escuta atenciosa do que cada um tem a dizer. Pensem em um PROFESSOR disposto a enfrentar escolas, insistindo, sempre, que os mestres devem aprender com os alunos. Que devemos desconfiar das tecnologias e estudar não para divulgá-las ou ganhar com elas, mas para filtrar seus efeitos a partir das respostas da natureza e da interpretação trazida pelos que com elas interagem, em sua vivência cotidiana. Nosso líder na luta contra os transgênicos, Paulo Kageyama.

Infelizmente, trazemos hoje a notícia do professor Paulo Kageyama. Kageyama foi um dos mais importantes e atuantes cientistas na denúncia aos perigos trazidos pelos transgênicos. Produziu diversos estudos, participou da muitas audiências públicas e foi membro da CTNBio. Todas as lutadoras e lutadores pela vida contra os agrotóxicos lamentam a perda.
Kageyama: por você, nem um minuto de silêncio, toda uma vida de luta!
Entrevista bem impactante com a autora do Mundo Segundo a Monsanto, O Veneno nosso de cada dia e a Colheita do Futuro. Todos os filmes são imperdíveis.
"A jornalista e documentarista francesa Marie-Monique Robin, autora do “O mundo segundo Monsanto”, esteve na cidade de Córdoba, no centro da Argentina, e visitou o acampamento de Malvinas Argentina, que resiste à instalação de uma empresa da Monsanto. Ela também conheceu o grupo de mães do bairro Ituzaingó, que lutam por justiça em relação aos casos de câncer na região que são atribuídos às fumigações."
Mais uma ótima reportagem da CBN sobre a má-formação fetal em SP. Destaque para a fala de Ubirani Otero, do INCA, que desmonta o argumento das "faltas de evidências científicas" apontado pelo governo de SP.
Ubirani Otero, que é responsável pela Unidade Técnica de Exposição Ambiental do Instituto Nacional do Câncer, explica que o uso de agrotóxicos potencializa o risco de diversos problemas de saúde. ‘Já tem evidências de vários efeitos e no mínimo dez tipos de câncer. E as crianças cujos pais são expostos e trabalham na lavoura têm maior risco de desenvolver câncer de cérebro e leucemia infantil’, alerta.
Artigo enviado pela profa. Larissa Mies Bombardi sobre as 3 ameças que rondam nosso país!
"São elas: 1. O Projeto de Lei 3200/2015, que visa alterar a atual Lei de Agrotóxicos, de 1989´substituindo a expressão “Agrotóxicos” por “defensivos fitossanitários”, (2) o Projeto de Lei nº 63/2016 – SP, tramita na Assembleia Legislativa de São Paulo, e “Autoriza o Poder Executivo a efetuar pulverização aérea no combate ao mosquito aedes aegypti no Estado”, abrangendo áreas urbanas e (3) o Documento “A economia agropecuária brasileira – o que fazer?”, elaborado pela bancada ruralista no congresso nacional, elenca um conjunto de medidas para que o modelo baseado em agrotóxicos, produção de commodities e concentração de terra seja ampliado ainda mais."