7 de abril de 2015: 4 anos de Campanha, pouco a comemorar, e muito a lutar

Foto: Bernardo VazNeste 7 de abril de 2015, Dia Mundial da Saúde, a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida completa 4 anos. Infelizmente, os motivos desta campanha seguem existindo, e não há no horizonte motivos que nos façam duvidar do termo “permanente” em nosso nome. Nosso manifesto do último dia 3 de dezembro segue atual.

Os pouco mais de três meses decoridos neste ano já dão uma mostra disso. Além da nossa pauta mais urgente – a provável aprovação do eucalipto transgênico no próximo dia 9 de abril – já tivemos os transgênicos resistentes ao 2,4-D e haloxifope aprovados em março. O uso destas duas substâncias – que já deveriam estar proibidas no Brasil – irá aumentar ainda mais, ocasionando mais doença e mais câncer. O PL que acaba com a rotulagem dos transgênicos também voltou à pauta, na clássica “A volta dos que não foram”. Mas se baixarmos a guarda, pode ser que vá. Também nos atinge profundamente a tentativa de aprovar o PL215/2000 da demarcação indígena, e o PL7735/2014, da biodiversidade, além é claro, da revoltante tentativa de redução da maioridade penal.

Felizmente, também a motivos para sorrir. Além de seguirmos na resistência em todos os projetos acima, as crianças de São Paulo terão alimentação escolar agroecológica, e temos 2 publicações de grande importância: o livro Dossiê ABRASCO – Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde, que será lançado no final do mês de abril, e a cartilha do Pronara, onde pretendemos avançar na luta por sua implementação.

Amanhã, 8/04/2015, teremos também o posicionamento do Instituto Nacional do Câncer – INCA – sobre o tema agrotóxicos e câncer. O INCA lançará o Documento aberto posicionamento público do INCA a respeito do uso de agrotóxicos no Brasil, a partir da 10:00h, no Rio de Janeiro.

Convidados a todos e todas interessadas na saúde da população brasileira a:

7 de abril de 2015

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida



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