Anvisa: proiba imediatamente o glifosato no Brasil!

O glifosato é o agrotóxico mais usado no mundo. Desenvolvido originalmente pela Monsanto em 1970, o herbicida é hoje classificado pela OMS como provavelmente cancerígeno. Veja abaixo como participar da consulta pública da Anvisa!

Em 2008, a Anvisa iniciou no Brasil um processo de reavaliação do glifosato, com objetivo de, à luz dos novos estudos científicos, verificar se o produto segue atendendo a legislação brasileira. Agora, 11 anos depois, a agência apresentou um parecer favorável à manutenção do produto no mercado brasileiro, com algumas pequenas restrições. Entre elas, estão a proibição da venda de glifosato concentrado para jardinagem amadora, e outra polêmica, que propõe o rodizio de trabalhados nas atividades de aplicação com trator.

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida se posiciona contra o parecer da Anvisa, e ressalta a necessidade do banimento imediato do glifosato no Brasil pelos seguintes motivos:

  • Em 2015 a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), da Organização Mundial da Saúde, classificou o glifosato como provável cancerígeno humano do grupo 2A. A Lei brasileira proíbe o registro de agrotóxicos cancerígenos.
  • O glifosato contamina a água, ar, o solo e os animais.
  • Nos EUA, a Monsanto/Bayer já foi condenada em 3 ocasiões por vítimas de câncer provocado pelo glifosato. Na maior das condenações, o valor da reparação de danos chegou a U$ 2 bilhões. Há ainda cerca de 13.400 semelhantes tramitando.
  • Em 2017, após intensa discussão na Europa, o agrotóxico teve seu registro renovado por apenas 5 anos e não pelo tempo usual de 15 anos para moléculas com longo tempo no mercado, demonstrando que há dúvidas sobre a segurança do produto.
  • O glifosato é o principal herbicida associado às sementes transgênicas, e a existência de cada vez mais plantas resistentes leva a um uso sempre maior do produto.
  • Existem alternativas! Mais de 20.000 agricultores e agricultoras já produzem de forma orgânica no país; milhares de famílias que fizeram a transição agroecológica produzem alimento saudável, sem utilizar o glifosato ou qualquer outro agrotóxico.

Vamos pressionar a Anvisa preenchendo a consulta pública sobre o glifosato até o dia 6 de junho. Não demora mais do que 10 minutos!

 

  1. Acesse o formulário da Consulta Pública: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=45725
  2. A primeira seção do formulário é relacionada a seus dados pessoais. Todos os campos são obrigatórios, e é necessário preencher seu e-mail e CPF!
  3. Na seção Pesquisa Preliminar, sugerimos marcar as seguintes opções (*deixamos a opção 3 a critério de cada um/a. Somos obviamente contra o uso de agrotóxicos na agricultura, mas esse não é o motivo pelo qual discordamos do parecer. Os motivos são bem concretamente ligados ao glifosato):
  4. Em seguida, marcar a opção Gostaria de deixar comentários gerais sobre os agrotóxicos para a Anvisa e escrever o seguinte texto na caixa de comentários:Infelizmente a Anvisa não vem cumprindo com sua missão de promover a proteção da saúde da população. A recente manutenção do registro do 2,4-D e agora a proposta de manutenção do glifosato vão claramente contra a vontade da população, que tem demonstrado que deseja menos agrotóxicos em sua mesa, e não mais. A Anvisa teria o poder de reduzir o uso e os danos dos agrotóxicos no país, mas parece sucumbir ao forte lobby da indústria e age de forma cada vez mais permissiva em relação aos agrotóxicos.
  5. Agora, o mais importante: A seguir, no campo De modo geral, qual sua opinião sobre a proposta de norma em discussão? * marque a opção Discordo integralmente.

  6. Ao clicar nesta opção, aparecerá o campo Se você discorda integralmente da proposta, explique os seus motivos. Para este campo, sugerimos:

Lutamos por um Brasil agroecológico, livre de agrotóxicos, transgênicos e das multinacionais que ganham dinheiro às custas do sofrimento da população. O glifosato é cancerígeno, segundo a Organização Mundial da Saúde, além de causar outros problemas de saúde que indicam sua proibição. Varias espécies de ervas daninhas são resistentes ao glifosato que induz aumento do uso e, consequentemente, maior exposição das pessoas e do meio ambiente. Os produtos fabricados com glifosato são muito perigosos para a saúde, pois além do glifosato, podem estar misturados com outros ingredientes ativos como o 2,4-D ou com outras substâncias que também são tóxicas. Não existem modos 100% eficazes para proteger a saúde das pessoas dos efeitos do glifosato e dos agrotóxicos no geral. Além disso, a proposta da Anvisa mantém a permissão do uso do POEA – polioxietilenoamina, substância presente no produto comercial que é muito tóxico e foi proibido na Europa para produtos a base de glifosato.

  1. Preencha a seção Levantamento de Impactos, marcando Não sei informar nas 3 primeiras perguntas, e Impacto negativo alto na última.

  2. No campo Na sua opinião, quais são os efeitos esperados da proposta contida nesta Consulta Pública? , sugerimos: “Nas última consultas públicas, os argumentos enviados pela população pouco foram levados em conta. Esperamos que a Anvisa mude o seu comportamento e desta vez reveja sua posição baseada na Consulta Pública.
  3. No campo Referências bibliográficas, sugerimos:

ANNET, R.; HABIBI, H. R.; HONTELA, A. Impact of glyphosate and glyphosate-based herbicides on the freshwater environment. J. Appl. Toxicol., v. 34, n. 5, p. 458-479, 2014.

BENACHOUR, N.; SÉRALINI, G.E. Glyphosate formulations induce apoptosis and necrosis in human umbilical, embryonic, and placental cells. Chem. Res. Toxicol., v. 22, p. 97–105, 2009.

BENACHOUR, N.; SIPAHUTAR, H.; MOSLEMI, S.; GASNIER, C.; TRAVERT, C.; SERALINI, G. E. Time- and dose-dependent effects of Roundup on human embryonic and placental cells. Arch. Environ. Contam. Toxicol., v. 53, p. 126–133, 2007.

BOHN, T.; CUHRA, M.; TRAAVIK, T.; SANDEN, M.; FAGAN, J.; PRIMICERIO, R. Compositional differences in soybeans on the market: glyphosate accumulates in Roundup Ready GM soybeans. Food Chemistry, v. 153, p. 207–215, 2014.

CARLISLE, S. M.; TREVORS, J. T. Glyphosate in the environment. Water, Air and Soil Pollution, v. 39, p. 409-420, 1988.

CAVALCANTE, D. G. S. M.; MARTINEZ, C. B. R.; SOFIA, S. H. Genotoxic effects of Roundup ® on the fish Prochilodus lineatus. Mutation Research/Genetic Toxicology and Environmental Mutagenesis, v. 655, n. 1-2, p. 41–46, 2008.

CLAIR, E.; MESNAGE, R.; TRAVERT, C.; SERALINI, G. E. A glyphosate-based herbicide induces necrosis and apoptosis in mature rat testicular cells in vitro, and testosterone decrease at lower levels. Toxicology in Vitro, v. 26, p. 269–279, 2012.

FUNKE, T.; HAN, H.; HEALY-FRIED, M. L.; FISCHER, M.; SCHONBRUNN, E. Molecular basis for the herbicide resistance of Roundup Ready crops. PNAS, v. 103, n. 35, p. 13010-1305, 2006.

GASNIER, C.; DUMONT, C.; BENACHOUR, N.; CLAIR, E.; CHAGNON, M. C.; SÉRALINI, G. E. Glyphosate‐based herbicides are toxic and endocrine disruptors in human cell lines. Toxicology, v. 262, p. 184-191, 2009.

JAWORSKI, E. G. Mode of action of N-Phosphonomethylglycine: inhibition of aromatic amino acid biosynthesis. J. Agric. Fd. Chem., v. 20, p. 1195-1198, 1972.

JAYASUMANA, C.; GUNATILAKE, S.; SENANAYAKE, P. Glyphosate, hard water and nephrotoxic metals: are they the culprits behind the epidemic of chronic kidney disease of unknown etiology in Sri Lanka? Int. J. Environ. Res. Public Health, v. 11, p. 2125-2147, 2014.

KOLPIN, D. W.; THURMAN, E. M.; LEE, E. A.; MEYER, M. T.; FURLONG, E. T.; GLASSMEYER, S. T. Urban contributions of glyphosate and its degradate AMPA to streams in the United States. Science of the Total Environment, v. 354, p. 191– 197, 2006.

LARSEN, K.; NAJLE, R.; LIFSCHITZ, A.; MATÉ, M. L.; LANUSSE, C.; VIRKEL, G. L. Effects of sublethal exposure to a glyphosate‐based herbicide formulation on metabolic activities of different xenobiotic‐metabolizing enzymes in rats. Int. J. Toxicol., v. 33, p. 307-318, 2014.

MAJEWSKI, M. S.; COUPE, R. H.; FOREMAN, W. T.; CAPEL, P. D. Pesticides in Mississipi air and rain: a comparison between 1995 and 2007. Environmental Toxicology and Chemistry, v. 33, n. 6, p. 1283–1293,2014.

MESNAGE, R.; DEFARGE, N.; DE VENDÔMOIS, J. S.; SÉRALINI, G. E. Major pesticides are more toxic to human cells than their declared active principles. Biomed. Res. Int., p. 1-8, 2014.

OLIVEIRA, A. G.; TELLES, L. F.; HESS, R. A.; MAHECHA, G. A.B.; OLIVEIRA, C. A. Effects of the herbicide Roundup on the epididymal region of drakes Anas platyrhynchos. Reprod. Toxicol., v. 23, p. 182–191, 2007.

PAGANELLI, A.; GNAZZO, V.; ACOSTA, H.; LÓPEZ, S. L.; CARRASCO, A. E. Glyphosate‐based herbicides
produce teratogenic effects on vertebrates by impairing retinoic acid signaling. Chem. Res. Toxicol., v. 23, p. 1586‐1595, 2010

PERUZZO, P.; PORTA, A.; RONCO, A. Levels of glyphosate in surface waters, sediments and soils associated with direct sowing soybean cultivation in north pampasic region of Argentina. Environ. Pollut., v. 156, n. 1, p. 61-66, 2008.

POLETTA, G. L.; LARRIERA, A.; KLEINSORGE, E.; MUDRY, M. D. Genotoxicity of the herbicide formulation Roundup (glyphosate) in broad-snouted caiman (Caiman latirostris) evidenced by the Comet assay and the micronucleus test. Mutat. Res., v. 672, p. 95–102, 2009.

RELYEA, R.A. The impact of insecticides and herbicides on the biodiversity and productivity of aquatic communities. Ecol. Appl., v. 15, p. 618–627, 2005.

SAMSEL, A.; SENEFF, S. Glyphosate ́s suppression of Cytochrome P450 enzymes and amino acid biosynthesis by the gut microbiome: pathways to modern diseases. Entropy, v. 15, p. 1416-1463, 2013a.

SAMSEL, A.; SENEFF, S. Glyphosate, pathways to modern diseases II: celiac sprue and gluten intolerance. Interdiscip. Toxicol., v. 6, n. 4, p. 159–184, 2013b.

SAMSEL, A.; SENEFF, S. Glyphosate, pathways to modern diseases III: manganese, neurological diseases, and associated pathologies. Surg. Neurol. Int., v.6, p. 45-70, 2015.

SANCHÍS, J.; KANTIANI, L.; LLORCA, M.; RUBIO, F.; GINEBREDA, A.; FRAILE, J.; GARRIDO, T.; FARRÉ, M. Determination of glyphosate in groundwater samples using an ultrasensitive immunoassay and confirmation by on-line solid-phase extraction followed by liquid chromatography coupled to tandem mass spectrometry. Anal. Bioanal. Chem., v. 402, n. 7, p. 2335-2345, 2012.

SÉRALINI, G. E.; CLAIR, E.; MESNAGE, R.; GRESS, S.; DEFARGE, N.; MALATESTA, M.; HENNEQUIN, D.; SPIROUX DE VENDOMOIS, J. Republished study: long term toxicity of a Roundup herbicide and a Roundup-tolerant genetically modified maize. Environmental Sciences Europe , v. 26, p. 1-17, 2014.

SHEHATA, A. A.; SCHRODL, W.; ALDIN, A. A.; HAFEZ, H. M.; KRUGER, M. The effect of glyphosate on potential pathogens and beneficial members of poultry microbiota in vitro. Curr. Microbiol., v. 66, p. 350–358, 2013.

THONGPRAKAISANG, S.; THIANTANAWAT, A.; RANGKADILOK, N.; SURIYO, T.; SATAYAVIVAD, J. Glyphosate induces human breast cancer cells growth via estrogen receptors. Food Chem. Toxicol., v. 59, p. 129‐136, 2013.

YOUSEF, M. I.; SALEM, M. H.; IBRAHIM, H. Z.; HELMI, S.; SEEHY, M. A.; BERTHEUSSEN, K. Toxic effects of carbofuran and glyphosate on semen characteristics in rabbits. J. Environ. Sci. Health B, v. 30, n. 4, p. 513-534, 1995.

  1. Caso não deseje anexar nenhum arquivo, na pergunta Você deseja incluir um arquivo para subsidiar a sua contribuição? clique em Não.

  2. Preencha os campos finais obrigatórios da seção Avaliação do formulário de Consulta Pública . Por um erro do sistema, mesmo que você marque Sim na pergunta “Esta é a primeira vez que você participa de uma consulta pública da Anvisa?”, você deve preencher a pergunta seguinte “Se você já participou de outras consultas públicas da Anvisa, como você avaliaria esta nova ferramenta de participação?”

  3. Clique em Gravar.



'Anvisa: proiba imediatamente o glifosato no Brasil!' have 158 comments

  1. 31 de maio de 2019 @ 08:09 Marcelo L Medeiros

    Absurdo essa proposta. Quem faz esse tipo de campanha não sabe nada sobre DEFENSIVOS AGRICOLAS. Essa campanha é uma piada.

    Responder

    • 1 de junho de 2019 @ 13:48 Marjorie

      Concordo plenamente!!! NÃO AO GLIFOSATO!!!

      Responder

    • 1 de junho de 2019 @ 14:45 Luzia t de slmeida

      Tenho uma bisneta que mora em Atibaia que já sofreu umas vinte cirurgias na cabeça provavelmente ela adquiriu o câncer por conta destes venenos que estão contaminando nossos alimentos e o nossos rios.

      Responder

      • 3 de junho de 2019 @ 14:02 IRANY SANTANA DE ANDRADE LIMA

        Anvisa deve proibir o glifosato, urgente! Em 2025 50% das crianças nascerão autistas.

        Responder

        • 4 de junho de 2019 @ 20:03 Joaquim antonio de oliveira

          Sou contra a utilização do glifosato chega fazer as pessoas morrerem de câncer vamos dar insentivo ao produto orgânico usando inseticida natural

          Responder

      • 6 de junho de 2019 @ 01:00 Elcione

        Tem que cancela agrotóxicos estão matando aos pouco a população

        Responder

      • 6 de junho de 2019 @ 20:38 Rachel Barreto

        O aumento de crianças com autismo vem crescendo a cada ano. Diversos estudos têm relacionado ao uso de agrotóxicos aos alimentos. Peço aos dirigentes do nosso país e a ANVISA que nos ajudem a retirar este produto de circulação ou iremos sofrer graves consequências na população.

        Responder

        • 6 de julho de 2019 @ 18:15 Maria

          Por favor, Anvisa nos livre desse proditos que tantos dizem.poder ser cancerígeno.

          Responder

      • 6 de julho de 2019 @ 18:35 MARCIO MATSUKAWA

        Pessoal, não adianta deixar comentários aqui. Sigam as instruções dessa página, preenchendo o link indicado http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php
        Acima tem o passo a passo das respostas do questionário. E ao final, clica em “gravar”. Só assim a petição chegará à Anvisa.

        Responder

    • 1 de junho de 2019 @ 19:43 Vera

      Se vc não se preocupa com quem manuseia o problema, sendo seu empregado, problema seu.
      Eu me preocupo com os insetos voadores, abelhas, borboletas e afins, aqueles q fazem o trabalbo da polinização. Estes sim farão a diferença na alimentação do “seu filho e descendentes”.

      Responder

      • 3 de junho de 2019 @ 07:29 Geralda

        Veneno maldito não aceitamos aqui no brasil pensem em suas familia que esta se destruindo por conta desses venenos tudo que NÃO presta. Jogar aqui não poderemos mais aceita esses tipo tragédia

        Responder

      • 12 de junho de 2019 @ 19:20 Alexander

        Paises adiantados nao usam. Essa desculpa de que fome mata, nao cola. O problema e que o lucro diminui
        Essa porcaria mata a curto prazo. E veneno puro.

        Responder

      • 6 de julho de 2019 @ 17:52 Norma

        Com toda certeza, esse governo nos envenena de todas as formas.
        Não aceito que esse veneno seja utilizado como “ ajuda” para plantação de grande grande escala.

        Responder

    • 3 de junho de 2019 @ 10:35 José Hilton

      Fome também mata!
      Sem o glifosato o custo de produção dos cereais torna-se
      elevadíssimo e consequentemente o preço dos alimentos
      na mesa dos mais pobres. O glifosato é biodegradável precisa apenas observar o uso correto

      Responder

      • 5 de junho de 2019 @ 10:00 Cynthia Gusmão

        Essa desculpa da fome é de quem não mede mesmo a sua ganância. A fome será abolida com a diminuição da desigualdade e dos lucros exorbitantes das indústrias que produzem venenos para fins agrícolas.

        Responder

      • 6 de julho de 2019 @ 17:53 Norma

        Com toda certeza, esse governo nos envenena de todas as formas.
        Não aceito que esse veneno seja utilizado como “ ajuda” para plantação de grande grande escala.

        Responder

    • 11 de junho de 2019 @ 21:03 Irene Sarmet

      É absurdo o número de casos de câncer nas localidades onde se usa este agrotóxico, muito comum junto às vias férreas para dizimar o mato em volta dos trilhos, só que dizima o mato e todo o tipo de vida à sua volta.

      Responder

    • 12 de junho de 2019 @ 12:44 José luiz

      NAO AO GLIFOSATO E A NENHUM AGROTÓXICOS

      Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 18:01 Gilberto José Chocron Maia

      Não ao Glifosato !!!

      Responder

      • 7 de julho de 2019 @ 04:02 Lêda França Machado

        Lutamos por um Brasil agroecológico, livre de agrotóxicos, transgênicos e das multinacionais que ganham dinheiro às custas do sofrimento da população. O glifosato é cancerígeno, segundo a Organização Mundial da Saúde, além de causar outros problemas de saúde que indicam sua proibição. Varias espécies de ervas daninhas são resistentes ao glifosato que induz aumento do uso e, consequentemente, maior exposição das pessoas e do meio ambiente. Os produtos fabricados com glifosato são muito perigosos para a saúde, pois além do glifosato, podem estar misturados com outros ingredientes ativos como o 2,4-D ou com outras substâncias que também são tóxicas. Não existem modos 100% eficazes para proteger a saúde das pessoas dos efeitos do glifosato e dos agrotóxicos no geral. Além disso, a proposta da Anvisa mantém a permissão do uso do POEA – polioxietilenoamina, substância presente no produto comercial que é muito tóxico e foi proibido na Europa para produtos a base de glifosato.

        Responder

      • 7 de julho de 2019 @ 10:48 Marilia

        Não ao glofosato!!!

        Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 18:38 Wildelene

      Não ao glifosato.

      Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 18:41 Renato Travassos

      Abaixo ao Glifosato, absurdo o uso deste defensivo.

      Responder

      • 7 de julho de 2019 @ 04:06 Léda França Machado

        Lutamos por um Brasil agroecológico, livre de agrotóxicos, transgênicos e das multinacionais que ganham dinheiro às custas do sofrimento da população. O glifosato é cancerígeno, segundo a Organização Mundial da Saúde, além de causar outros problemas de saúde que indicam sua proibição. Varias espécies de ervas daninhas são resistentes ao glifosato que induz aumento do uso e, consequentemente, maior exposição das pessoas e do meio ambiente. Os produtos fabricados com glifosato são muito perigosos para a saúde, pois além do glifosato, podem estar misturados com outros ingredientes ativos como o 2,4-D ou com outras substâncias que também são tóxicas. Não existem modos 100% eficazes para proteger a saúde das pessoas dos efeitos do glifosato e dos agrotóxicos no geral. Além disso, a proposta da Anvisa mantém a permissão do uso do POEA – polioxietilenoamina, substância presente no produto comercial que é muito tóxico e foi proibido na Europa para produtos a base de glifosato.

        Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 18:45 Deise Paim

      Definitivamente o glifozato deve ter o seu uso proibido em todo o território brasileiro.

      Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 20:21 Paulo Sidnei Pereira

      Não ao Glifosato . . .

      Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 20:59 Silvana Torres

      NÃO AO GLIFOSATO.
      UM GOVERNO QUE TEM RESPONSABILIDADE COM SEU POVO NÃO LIBERA UM HERBICIDA CANCERÍGENO COMO O GLIFOSATO.

      Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 21:24 Maristela Andrade

      Piada é esse governo nos fazendo engolir veneno!!!

      Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 21:45 Hilvânia

      [email protected]

      Responder

    • 6 de julho de 2019 @ 22:05 Carlos Augusto

      Nosso país precisa primeiramente limpar seu povo. Ser contra uma campanha dessa ou é ignorantes ou ganha com isso, como a Monsanto. Difícil. Fim de uma gde nação.

      Responder

    • 7 de julho de 2019 @ 09:46 Ivone Gosse

      O Glifosato e um agrotóxico extremamente maléfico a saúde. Proibido em países desenvolvidos e civilizados, coisa que o Brasil, agora, já não o é mais. Sou a favor da saúde.
      Glifosato, nunca mais!!

      Responder

    • 7 de julho de 2019 @ 10:42 Henriete

      Os agrotóxicos estão provocando muitas mortes. Precisamos cortar o mal pela raiz.

      Responder

    • 7 de julho de 2019 @ 10:52 Patricia V Spada

      ANVISA, PROIBA O GLIFOSATO!!

      Responder

    • 7 de julho de 2019 @ 12:30 Grico Fraga

      Quero alimentos saudáveis, fora agrotóxico

      Responder

    • 7 de julho de 2019 @ 12:33 Rose Silva

      Eu sou contra o glifosato no brasil

      Responder

    • 7 de julho de 2019 @ 18:56 Silvia Regina Gomes Miho

      Inaceitável ! Não à necropolitica dos agrotóxicos!
      Não aos ruralistas gananciosos e ignorantes!

      Responder

    • 8 de julho de 2019 @ 13:26 Ana

      Concordo que não se faça uso de agrotóxicos!

      Responder

    • 8 de julho de 2019 @ 14:06 Fellipe Maciel

      Apoio, Anvisa proíba o Glifosato!

      Responder

    • 8 de julho de 2019 @ 21:10 José Nelson Brito da Silva

      Sou contra liberação do glifosato para uso indiscriminado.

      Responder

    • 10 de julho de 2019 @ 17:07 Fernando

      Governo dos perebas liberou uns 250
      Agora do Bozo fantoche mais uns 250 e a GADAIDA fica defendendo direita e esquerda enquanto comem veneno e os fantoches tomam whisky 12 e comem caviar.
      Kkkkkk povo idiotizado imbecilizado o verdadeiro campeão mundial da copa dos otários

      Responder

    • 13 de julho de 2019 @ 13:36 Edna da Silva

      Não ao uso do glifosato .

      Responder

  2. 31 de maio de 2019 @ 08:12 Jander Lessa

    O glifosato é um herbicida que tem ação na parte aérea da planta. Ele não tem efeito residual. Então, normalmente você combina com outra molécula que tem o efeito residual para garantir que o produtor tenha uma eficácia cada vez maior no controle das plantas daninhas na sua lavoura. ENTAO PARA DE FALAR BOBAGEM BANDO DE ATOA.

    Responder

    • 2 de junho de 2019 @ 01:53 Paulo lopes marinho

      Espero que a Anvisa mude o seu comportamento e reveja baseada nas consultas públicas. O solo . A água. O ar. As florestas .As fontes de águas estão todas contaminadas os animais também já não aguentam tanta agressão o que dizer dos seres humanos

      Responder

    • 4 de junho de 2019 @ 10:19 Sérgio

      Agrotóxico mais vendido no Brasil, o glifosato pode estar relacionado ao aparecimento de doenças como câncer, depressão, Alzheimer, diabetes, autismo e mal de Parkinson, conforme o parecer técnico N. 01/2015, produzido por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O herbicida e outros cinco ingredientes estão na lista de agrotóxicos que devem passar por reavaliação toxicológica até setembro,conforme determinado pela Justiça Federal no dia 25 de junho deste ano. Atualmente, o princípio ativo é considerado pouco perigoso aos humanos e ao meio ambiente, segundo classificação dos órgãos reguladores nacionais – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

      A reportagem é de Luan Martendal, publicada pela UFSC e reproduzida no portal EcoDebate, 29-07-2015.

      A análise técnica acerca dos riscos associados ao herbicida foi desenvolvida por Sonia Corina Hess, professora de Engenharia Florestal e Agronomia do campus Curitibanos, e Rubens Onofre Nodari, professor de Agronomia e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais da UFSC, em Florianópolis. A revisão bibliográfica ocorreu durante dois meses e levou em consideração pesquisas nacionais e internacionais publicadas nos últimos seis anos. O parecer foi divulgado no dia 23 de maio e enviado ao Ministério Público Federal (MPF) com o objetivo de reafirmar a necessidade de uma reavaliação imediata dos registros de produtos à base de glifosato.

      Segundo o documento, dados do Ibama mostram que há sete anos o Brasil lidera o mercado de agrotóxicos do mundo e, em 2012, foi responsável por 19% das vendas mundiais desses produtos. A comercialização dos ingredientes ativos no país atingiu a marca de 495.764,55 toneladas em 2013, conforme o último Boletim Anual sobre Produção, Importação, Exportação e Vendas de Produtos Agrotóxicos do Ibama. O relatório, atualizado em setembro de 2014, apontou ainda que o glifosato e seus sais lideram o ranking de princípios ativos mais vendidos no país, com 185.956,13 toneladas.

      O glifosato é utilizado sobretudo na agricultura para matar plantas denominadas de invasoras de culturas de transgênicos [organismos vivos geneticamente modificados, principalmente, para apresentar resistência às pragas ou resistir a aplicação de herbicidas], além de ser usado como dessecante [produto capaz de agilizar a secagem da planta] para facilitar a colheita de grãos como soja e trigo. Para Sonia Hess, a classificação toxicológica feita pelos órgãos reguladores nacionais considera os efeitos agudos e não os efeitos crônicos do herbicida, podendo prejudicar a identificação de alterações causadas ao meio ambiente e aos humanos.

      “Em uma escala que varia de 1 (extremamente tóxico) a 4 (pouco tóxico), ele é ‘classe 4’ pela legislação atual e, até então, não se sabia muito sobre os efeitos do glifosato. As publicações são recentes e a partir de 2009 começaram a aparecer os primeiros estudos mostrando seus efeitos tóxicos e demonstrando que ele é extremamente perigoso à saúde”, explica a pesquisadora.

      De acordo com a parecerista, o objetivo do trabalho é alertar as pessoas em relação ao uso incorreto do glifosato e demonstrar com clareza e acuidade científica os riscos do herbicida. “O seu banimento, em função dos efeitos tóxicos, tem sido descrito em vários artigos científicos. Mal de Alzheimer, depressão, câncer, infertilidade, problemas de má formação em crianças, até autismo e neurotoxidade, eram todos aspectos que não se conheciam e que agora estão sendo demonstrados. Muitos dos problemas que o glifosato causa são por que ele interfere na atividade das bactérias que ajudam o nosso corpo, ele mata as bactérias”, completa.

      Contaminação

      O parecer técnico aponta que a quantidade necessária para causar efeitos na saúde é muito baixa. Os pesquisadores demonstram que quando aplicado nas lavouras e utilizado como dessecante, o princípio ativo contamina a planta e consequentemente os alimentos, que podem apresentar teores variados de glifosato. “As concentrações que a literatura descreve são muito baixas e têm efeito biológico intenso. Isso é grave já que no momento que se trata trigo, milho, soja, com esse dessecante, o alimento é contaminado e não existe uma forma de limpar e retirar o produto. Até os animais, que servem de alimento para o ser humano, estão sendo contaminados”, explica Sonia.

      Ela destaca que o ingrediente ativo também pode causar danos ao solo e à água. “A produtividade agrícola está sendo ameaçada. Ele afeta o ecossistema agrícola de forma muitas vezes até irreversível, pois o solo é um material vivo e o glifosato mata todas essas bactérias, prejudicando sua fertilidade. Muitas cidades também já estão apresentando análise de água contendo resíduos do herbicida”, conclui.

      No dia 20 de março, em Lyon, na França, o glifosato foi inserido na lista de prováveis cancerígenos para os seres humanos pela International Agency for Research on Cancer (IARC), ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS), na categoria 2A. A classificação feita por 17 especialistas de 11 países é a mesma utilizada para esteróides anabolizantes, por exemplo. A divulgação também reforça o debate em torno da reavaliação da toxidade do glifosato pela Anvisa, o Ibama e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

      Mortes comprovadas

      Uma petição do MPF enviada à Justiça há três meses confirma dezenas de mortes provocadas pelos componentes dos produtos usados na agricultura brasileira, incluindo o glifosato. No documento, o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes cita relatórios dos Centros de Informações e Assistência Toxicológica do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os três estados contabilizaram 88 mortes, entre 2009 e 2013, por “exposição aguda aos ingredientes dos agrotóxicos”. O mesmo requerimento indica que seja concluída com urgência a reavaliação toxicológica do glifosato e recomenda o banimento do herbicida no mercado nacional.

      Responder

  3. 31 de maio de 2019 @ 08:15 Jander Lessa

    Sabem o que é glifosato? PAra os que não sabem é um herbicida que tem ação na parte aérea da planta. Ele não tem efeito residual. Então, normalmente você combina com outra molécula que tem o efeito residual para garantir que o produtor tenha uma eficácia cada vez maior no controle das plantas daninhas na sua lavoura. ENTAO PARA DE FALAR BOBAGEM BANDO DE ATOA..

    Responder

  4. 31 de maio de 2019 @ 08:20 Norberto Carvalho

    Vocês acham mesmo que os produtores rurais AMAM aplicar qualquer defensivo agrícola em sua lavoura? Que ADORAM gastar seus recursos, cada vez mais estreitos enquanto margem de sua atividade, à toa? Fazem isso para conseguirem, além de garantir segurança alimentar, atender o mercado que a própria população prefere, dê um produto sem doenças e pragas. A ideologização em cima do agro é algo antigo e cada vez mais, digamos assim, idiota, pois, todos os produtos utilizados são passados por testes científicos dizendo de sua segurança. Portanto, esta campanha é sem fundamento e fora da realidade!!!

    Responder

    • 1 de junho de 2019 @ 15:27 Marisa Hatwig

      A talidomida também tinha passado por vários testes comprovando sua segurança até deixar milhares de crianças, hoje adultos, com membros curtos ou ausentes.

      Responder

    • 2 de junho de 2019 @ 15:25 Fabio

      Por que então estão proibidos em outros paises desenvolvidos? Acho qie estou falando com robô…hummm

      Responder

    • 3 de junho de 2019 @ 20:15 MARY LUCY DAL BOSCO CARLETTO

      Nossa! A União Européia já proibiu. Se você não é um robô, vai se informar antes de escrever bobagem.

      Responder

  5. 31 de maio de 2019 @ 14:16 ELIZETE BEATRIZ AZAMBUJA

    Até quando iremos ficar a mercê das indústrias de agrotóxicos q detonam com os seres vivos em geral?!?! …. Até quando em nome do LUCRO , estaremos MATANDO a VIDA q está gritando, pedindo SOCORRO?!? Até quando ficaremos INDIFERENTES?!? “[…] TUDO USSO ACONTECENDO E EU, AQUI, NA PRAÇA, DANDO MILHO AOS POMBOS!”

    Responder

    • 1 de junho de 2019 @ 22:22 Ana Maria Freitas

      Inadmissível que agrotóxicos edtejam sendo libetados indiscriminadamente no nosdo Brasil! Respeito ao cidadão e sua saúde! Respeito ao meio ambiente e suas criaturas! Respeito à nossavida ameaçada pela contaminação da água e da terra!

      Responder

  6. 31 de maio de 2019 @ 18:28 Consulta Pública da Anvisa sobre uso de glifosato vai até dia 6; veja como participar

    […] glifosato é o agrotóxico mais utilizado no Brasil. Em 2008, a Anvisa iniciou no Brasil um processo de […]

    Responder

  7. 31 de maio de 2019 @ 20:05 Adélia Fontoura

    Eu não quero o Glifosato liberado no Brasil, sou trabalhadora da saúde e tenho visto nos últimos 20 anos os casos de neoplasias malignas se alastrarem em nossa população. Digo NÃO ao USO desse VENENO em meu pai . Sim a VIDA Sim a SAÚDE.

    Responder

  8. 31 de maio de 2019 @ 20:23 Maria Victoria Mello de Avellar

    É insuportável ter que nos alimentarmos de veneno. Não aos agrotóxicos.

    Responder

    • 2 de junho de 2019 @ 19:28 Tania Correa

      Eu definitivamente não quero que o Glifosato seja liberado no Brasil, eu tive câncer de mama de tumor maligno e esse produto é um causador de cânceres de todo tipo, é algo devastador. Digo NÃO ao USO desse VENENO que causará linfomas e outras enfermidades muitas delas levando à morte ou mesmo obrigar a terem tratamentos com o uso da quimioterapia que destrói a saúde das pessoas. NÃO AO GLIFOSATO !!!

      Responder

  9. 31 de maio de 2019 @ 21:17 Jorge

    Vamos pressionar a Anvisa preenchendo a consulta pública sobre o agrotóxico Glifosato até o dia 6 de junho. Não demora mais do que 10 minutos! Anvisa: proíba imediatamente o Glifosato no Brasil!

    Responder

    • 1 de junho de 2019 @ 12:51 Regina Moreira

      Queremos agricultura sem glifosato, sem agrotóxicos, que gerem defensivos quânticos contra as pragas, vamos tratar nossas lavouras com frequências quânticas e limpas, para afastar as pragas.

      Responder

      • 6 de julho de 2019 @ 17:46 Eva Nicacio Moraes

        Digo Não. Os agrotóxicos são levados pelo vento e contamina as plantações indiretamente além de contaminar o lençol freático.

        Responder

    • 2 de junho de 2019 @ 07:46 Ana Paula Monteiro Leite

      Há outras maneiras de cuidar da agricultura sem fazer mal a nossa saúde. Por isso em outros locais do mundo o glifosato é proibido.

      Responder

    • 2 de junho de 2019 @ 08:27 Maria Elsa A.M.C.S.Santos

      Nao ao glifosato e todos os venenos nao wueremos mais ser envenenados

      Responder

  10. 31 de maio de 2019 @ 21:20 Luiz Cláudio Silva

    Digo não ao glifosato, pelo bem da humanidade e da natureza que está sendo destruída…

    Responder

  11. 31 de maio de 2019 @ 21:34 Patrícia ryan

    Vamos compartilhar para teremos menos veneno no nosso alimento!

    Responder

  12. 1 de junho de 2019 @ 02:12 Lídia

    Independente de pararem ou não de usar agrotóxicos nunca saberemos pois são enganadores, não devemos confiar em nenhum deles, nem mesmo na (ANVISA).( Vence quem paga mais) é?( Eles poluem água, céu e terra…..) Na concepção deles, não temos pra onde correr mas se esquecem q temos um Deus Vivo q tudo vê pois é Onisciente, Onipresente e Onipotente. Um dia essa gente suja q nos tem como ” gado’, vai pagar pq meu Deus é O JUSTO JUIZ. Em breve Ele julgará todos esses feitos.
    Então veremos: naquele grande dia tudo isso será cobrado! Alguém terá de pagar por tantas vidas q tiveram fim por conta de consequências do uso de agrotóxicos em alimentos e em tantos outras coisas q sabemos . Deus não terá ninguém por inocente, isso é Bíblico.
    ( NÃO A AGROTÓXICOS…..SAO 110 PRODUTOS Q USAM ESSA SUBSTÂNCIA. APENAS DEPOIS DA CONSULTA PÚBLICA É Q VAO DECIDIR SE CONTINUAM OU NAO COM O USO DO GLIFOSATO.
    SAO 29 EMPRESAS Q SE BENEFICIAM, VCS ACHAM Q ELES VÃO QUERER PERDER DINHEIRO? ELES SE BENEFICIAM COM MILHÕES , DESDE A COMERCIALIZAÇÃO DO PRODUTO( VENENO) ATE O ENTERRO DE UM INDIVÍDUO ELES LUCRAM….LUCRAM.
    NAO VAI SER UMA CONSULTINHA (PESQUISA) ABERTA AO PUBLICO DE APENAS 90 DIAS ( RISOS) QUE VAI MUDAR O RUMO DESTA BELA HISTÓRIA. E O TRISTE FIM , ESTARÁ DO LADO DE LA OU DO LADO DE CÁ? NOS POUPE, ME POUPE.
    OQ ELES NAO SABEM É Q O PODER DE DEUS É MUITO MAIOR Q TUDO ISSO!

    Responder

  13. 1 de junho de 2019 @ 10:25 Edgard da Gama Leitão

    Chega de agrotóxicos, temos várias opções naturais.

    Responder

  14. 1 de junho de 2019 @ 11:26 Yassuo Nomura

    Sou a favor da proibição de agrotóxicos,causa câncer

    Responder

  15. 1 de junho de 2019 @ 11:28 Cristina

    Eu não quero comer veneno.

    Responder

  16. 1 de junho de 2019 @ 12:18 Martha Maria Monnerat

    Não queremos venrno em nossa mesa!

    Responder

  17. 1 de junho de 2019 @ 13:23 Eunice Frade

    Digo Não , chega de matança de todo o sistema de vida do nosso planeta, no nosso universo.

    Responder

    • 3 de junho de 2019 @ 08:46 Nilse Maria Tremea Wosniak

      Tem outros produtos naturais para pragas, não precisa poluir ar, e rios com esses venenos. Também digo não aos agrotóxicos

      Responder

  18. 1 de junho de 2019 @ 15:47 EDITH

    Tenha Gentileza com a TERRA NOSSA DE CADA DIA !!!! PLENO SECULO 21 AINDA PENSANDO EM VENENO !!!

    Responder

  19. 1 de junho de 2019 @ 15:57 Orlando Almeida Bittencourt Monteiro

    É um verdadeiro absurdo! não devemos de forma alguma permitir que isso aconteça! isso irá prejudicar principalmente as nossas futuras gerações.

    Responder

    • 3 de junho de 2019 @ 08:48 Nilse Maria Tremea Wosniak

      Tem outros produtos naturais para pragas, não precisa poluir ar, e rios com esses venenos. Também digo não aos agrotóxicos

      Responder

  20. 1 de junho de 2019 @ 17:14 Arnaldo Carvalho

    CHEGA DE VENENO! Estamos no SÉCULO XXI E HÁ TECNOLOGIA LIMPA E SAUDÁVEL PARA TODOS COMERMOS SEM DESTRUIR A NATUREZA NEM NOS MATARMOS!

    Responder

  21. 1 de junho de 2019 @ 22:56 Maria

    Digo não ao glifosato

    Responder

  22. 2 de junho de 2019 @ 05:35 Alice

    Sou nutricionista e tenho acomlpanhado.estudos e suspensões do Glifosfato, processos na Justiça americana do Produto e aconpanhado tambem na Europa. Aos pessoas que se dizem produtores Jà sabem que existem outros componentes quìmicos, não residuais, não poluentes ao solo, facil uso do produtor no Campo, Jà existem produtos no Brasil ou em desenvolvimento que não são sistemicos, mas quem dà importância a Pesquisa nesse Pais chamado Btasil, não è mesmo??? Sim a area da pesquisa das causas do agrotoxico na saùde humana è crescente, parem de ler e vão a pesquisam, parem de matar gente, Suspendam.sim o Glifosfato!

    Responder

  23. 2 de junho de 2019 @ 09:56 Nélli

    O QUE SERÁ QUE COMEM OS MALDITOS QUE LIBERAM VENENO PRA GENTE COMER TODA HORA? O QUE VCS COMEM ???? CHEGA DE VENENO!
    A NATUREZA CHORA NOVAMENTE

    Responder

  24. 2 de junho de 2019 @ 11:15 Consulta Pública | Guatá

    […] em produtos agrotóxicos no país e das medidas decorrentes de sua reavaliação toxicológica. O glifosato é o agrotóxico mais utilizado no Brasil. Em 2008, a Anvisa iniciou no Brasil um processo de […]

    Responder

  25. 2 de junho de 2019 @ 18:09 Cristiane

    Por alimentos sem agrotóxicos! Mais alimentos saudáveis

    Responder

  26. 2 de junho de 2019 @ 18:17 Leandro Damasceno

    Chega de agrotóxicos, chega de destruição a natureza…

    Responder

  27. 2 de junho de 2019 @ 21:51 Guilherme

    Fora glifosato mal da humanidade

    Responder

  28. 2 de junho de 2019 @ 22:46 hercules quintanilha

    Não ao veneno nas nossas mesas.

    Responder

  29. 2 de junho de 2019 @ 23:16 Glifosato, não! Se você não quer esse veneno na comida, participe da consulta pública da Anvisa, até 6 de junho - Conexão Planeta

    […] Eu escolhi quatro e incluí no formulário. Se você quiser escolher alguma(s) na lista também, clique neste link e vá direto ao item 12. Mas este não é um campo de preenchimento […]

    Responder

  30. 4 de junho de 2019 @ 10:03 NEISE GONCALVES DE MAGALHAES LEITE

    Nao queremos glifosato em nissa mesa !

    Responder

  31. 4 de junho de 2019 @ 11:55 Dulce Ivone H.R.Gomes Cardim

    Estão matando nosso povo para proteger quem??.Sou a favor da agricultura orgânica.Não queremos venenos.

    Responder

  32. 5 de junho de 2019 @ 09:33 Andrea

    Se você se preocupa com sua vida e com os seus, não aceite isso!

    Responder

  33. 6 de junho de 2019 @ 13:10 Cecy

    Isto pode matar os seres humanos , destruir a vida e a natureza.

    Responder

  34. 12 de junho de 2019 @ 09:55 Ronaldo Belodi

    Só quero ainda entender até onde cai chegar a ganância do povo brasileiro e seus políticos principalmente…qto mais o povo adoece mais a máquina do governo vai gastar com remédios e hospitais…o dinheiro sempre fala mais alto q a saúde e educação de um povo..se é proibido lá fora pq aqui ainda se perde tempo em discutir tal liberação dos agrotóxicos…interesses financeiros sempre acima de tudo e de todos..qdo o povo vai tomar vergonha na cara…

    Responder

  35. 6 de julho de 2019 @ 18:28 Iara Nordi Castellani

    Não quero glifosato em minha mesa

    Responder

  36. 6 de julho de 2019 @ 18:49 Rodrigo Santana do Sacramento

    Não adianta ter sacolas bio degredáveis nos mercados e alimentos cancerígenos dentro delas

    Responder

  37. 6 de julho de 2019 @ 18:56 Paulo Rodrigues de Andrade

    Não ao uso de glifosato no Brasil.

    Responder

  38. 6 de julho de 2019 @ 19:06 Ana Paula Souza

    Sou professora de Geografia com especialização em Escolas Sustentáveis, como aceitar que a ANVISA libere a venda de um produto tóxico, que provoca câncer, em um país qua saúde pública é precária. Pensem bem, somos o que comemos, se comemos produtos contaminados, esse reflexo será mais pessoas doentes e gasto para o governo, resultando morte para a população, afinal a saúde pública um caos. No meu Estado Amapá, quase 99,0% de nosso alimento vem de outros Estados, aqui adoecer de câncer e morrer sem assistência, imaginem que só consegue tratamento de câncer se sair do Estado para centros mais avançados. Sou 100% contra a venda deste produto “veneno”.

    Responder

  39. 6 de julho de 2019 @ 19:15 Andréia Cristina Aravéquia Dutra

    Não ao uso de glifosato no Brasil

    Responder

  40. 6 de julho de 2019 @ 19:29 Zélia Maria Barbosa

    O Brasil deve BANIR o produto glifosato

    Responder

  41. 6 de julho de 2019 @ 19:36 antoniio costa

    Sem a devida responsabilidade dos agentes públicos, ou seja , nos temos que nos manifestar de outras formas enquanto uma turma de governantes se vende em detrimento da saudê do povo .

    Responder

  42. 6 de julho de 2019 @ 19:53 Pedro

    Estamos rumo ao precipício

    Responder

  43. 6 de julho de 2019 @ 20:08 Helton de Oliveira

    Estamos vivenciando o pior período da história recente do Brasil: retrocesso em todas as áreas de Saúde, Educação, Tecnologia, Meio Ambiente, Degradação Social, Econômica e Humanitária.
    Temos que nos unir e manifestar, nas redes sociais, nos Fóruns de Discussões, nas Universidades, Colégios, Sindicatos, Ambientes Religiosos e Culturais, Ruas e Avenidas e DAR UM BASTA A ESSA DESTRUIÇÃO DO BRASIL, COM CONSEQÜÊNCIAS IRREVERSÍVEIS !!!
    Helton de Oliveira.

    Responder

  44. 6 de julho de 2019 @ 21:56 Carlos Alberto de Oliveira

    Sou contra o emprego de agrotóxicos na agricultura. Qualquer um.
    Por quê não o controle biológico? Ele é uma medida natural ao combate de pragas.
    A Embrapa possui excelência tecnológica e pode dar respostas técnicas saudáveis para nossas plantações.
    A ecologia , atualmente, é o foco principal da maioria dos países do mundo.
    Alguns já estão proibindo importações de produtos do agronegócio de países que usam agrotóxicos.
    Conclusão: “O uso de pesticidas na agricultura é péssimo para a saúde e para as finanças do nosso Brasil.”

    Responder

  45. 7 de julho de 2019 @ 00:22 Ricardo

    Veneno mata. Chega de veneno.

    Responder

  46. 7 de julho de 2019 @ 00:31 Alexandre Maretti

    Sou completamente contra o uso de agrotóxicos em qualquer tipo de cultura agrícola. Há outras alternativas acessíveis e compatíveis , para um desenvolvimento sustentável e melhoria da saúde pública. Isso é básico. Não aos agrotóxicos!!

    Responder

  47. 7 de julho de 2019 @ 00:51 Luiz Pegorer

    Não aos agrotóxicos.
    Sou descendente de família tradicionalmente ruralista séria, fazendas herdadas e métodos respeitosos com o planeta e o ambiente.
    Eu ajudava o papai a raspar os currais, inclusive de fazendas de amigos para usar o adubo orgânico no sítio.
    Nos anos 1960, lembro-me do meu tio-avô dizer ao meu pai que comprara adubo químico impostado dos EUA que era mais barato que “bosta de vaca”. Menos de dois anos depois ele já estava comprando, mas a preço de ouro, agrotóxico pois o adubo que veio infectou a fazenda dele enquanto o nosso sítio continuou livre de parasitas, agrotóxicos e adubo químico.
    Somos assim contra o uso do agrotóxico. Obrigado.
    https://contraosagrotoxicos.org/anvisa-proiba-imediatamente-o-glifosato-no-brasil/

    Responder

  48. 7 de julho de 2019 @ 03:56 Alexandre Barthonelli

    Questão de saúde pública: Não ao uso de glifosato no Brasil.

    Responder

  49. 7 de julho de 2019 @ 10:34 Sinedrio Silva Boarbosa

    Eu não apoio o uso de GLIFOSATO

    Responder

  50. 7 de julho de 2019 @ 13:45 MARINA BOMBARDI

    Não ao uso do GLIFOSATO!

    Responder

  51. 7 de julho de 2019 @ 14:06 Déa Terezinha de Magalhães Alves

    Precisamos suspender imediatamente o uso indiscriminado de produtos químicos e rever de modo didatico esse modo de produção agrícola. Sob o pretexto de garantir boa performance, conceitos básicos de conservação do solo são abandonadose perdidos.

    Responder

  52. 7 de julho de 2019 @ 17:07 Celia

    Náo ao Glifosato e Transgênicos

    Responder

  53. 7 de julho de 2019 @ 18:57 Vitor truda graeff

    Não pra vevevos em nossa comida

    Responder

  54. 7 de julho de 2019 @ 20:23 Christiane Marcelino

    Não nos invenenem mais

    Responder

  55. 7 de julho de 2019 @ 20:49 Daniel Oliveira

    O Brasil tem que parar de usar essa substância

    Responder

  56. 7 de julho de 2019 @ 21:04 NILSO F CARVALHO

    Repudio veementemente o uso do glifosato e dos trangênicos. Vamos preservar a Natureza, o bem mais preciosos que DEUS nos deu.

    Responder

    • 7 de julho de 2019 @ 23:51 Carlos Henrique Paulino da Silva Pereira

      Digo não ao Glifosato, digo sim a alimentação saudável sem veneno, digo sim a saúde do solo e da água subterrânea, digo sim a qualidade da água dos rios, digo sim a vida é ao bom censo !

      Responder

  57. 7 de julho de 2019 @ 21:51 Cláudio Medeiros

    respondi hoje à pesquisa conforme suas orientações, grato por te-las feito (protocolo 45725.61C6hJqvHXGzY), mas não sei se foi eficaz porque informam data limite de 06/junho.

    Responder

  58. 8 de julho de 2019 @ 05:38 Maria de Lourdes Doldan

    Não ao uso do glifosato.

    Responder

  59. 8 de julho de 2019 @ 10:09 MAURO BARBOSA VIEIRA

    Sermos o país que mais consome agrotóxicos no mundo e já por mais de uma década e sem qualquer reação? Em 1976, pleno regime da ditadura militar no governo Geisel, foi condicionada a aquisição de créditos agrícolas desde que acompanhados da aquisição e uso dessas substâncias. Não havia nada a não ser a atenção aos interesses de multinacionais que nos impõem essas ARMAS QUÍMICAS – única denominação possível desde o seu emprego na segunda guerra mundial para tal fim.

    Responder

  60. 8 de julho de 2019 @ 11:13 MARCOS LUIZ SOARES

    A Áustria também proibiu o Glifosato assim como todos os países serios. Não ao glifosato!

    Responder

  61. 8 de julho de 2019 @ 13:21 Tereza

    Não ao [email protected]

    Responder

  62. 8 de julho de 2019 @ 15:07 Ana lucia de oliveira

    NÃO AO GLIFOSATO

    Responder

  63. 8 de julho de 2019 @ 16:53 luzia ester doná

    Lutamos por um Brasil agroecológico, livre de agrotóxicos, transgênicos e das multinacionais que ganham dinheiro às custas do sofrimento da população. O glifosato é cancerígeno, segundo a Organização Mundial da Saúde, além de causar outros problemas de saúde que indicam sua proibição. Varias espécies de ervas daninhas são resistentes ao glifosato que induz aumento do uso e, consequentemente, maior exposição das pessoas e do meio ambiente. Os produtos fabricados com glifosato são muito perigosos para a saúde, pois além do glifosato, podem estar misturados com outros ingredientes ativos como o 2,4-D ou com outras substâncias que também são tóxicas. Não existem modos 100% eficazes para proteger a saúde das pessoas dos efeitos do glifosato e dos agrotóxicos no geral. Além disso, a proposta da Anvisa mantém a permissão do uso do POEA – polioxietilenoamina, substância presente no produto comercial que é muito tóxico e foi proibido na Europa para produtos a base de glifosato.

    Responder

  64. 8 de julho de 2019 @ 21:20 Wanessa

    Não ao glifosato

    Responder

  65. 8 de julho de 2019 @ 22:54 Ivone Oliveira

    Não ao Glifosato.

    Responder

  66. 9 de julho de 2019 @ 07:36 Marco Antonio

    Não aos transgênicos, não ao glifosato

    Responder

  67. 9 de julho de 2019 @ 14:21 Rosane valada dos santos

    Sou contra venenos de qualquer tipo alimentos com sustentabilidade não aos agrotóxicos

    Responder

  68. 9 de julho de 2019 @ 19:39 Josy

    Não consigo fazer o processo de votação , muito mal feito

    Responder

  69. 17 de julho de 2019 @ 12:48 André R. Nacur

    Abaixo TODOS os agrotóxicos químicos.
    Abaixo o Glifosato!

    Responder

  70. 22 de julho de 2019 @ 17:19 Serie “Agro & Tóxico” por la profesora Larissa Bombardi | No oficial

    […] 2 de la serie “Agro & Tóxico” dedicado al glifosato y a la consulta solicitándole a la ANVISA que prohíba al glifosato Video […]

    Responder


Quer compartilhar suas ideias?

Seu endereço de email não será publicado.

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida