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Fórum lança documento e boletim sobre biofortificação

Este documento, lançado em agosto de 2016, talvez tenha passado desapercebido. Mas sua importância é fundamental, pois trata de um tema largamente desconhecido no Brasil, mesmo entre interessados em agricutura: a biofortificação de alimentos.

Multicionais agrícolas estão desenvolvendo há anos as sementes biofortificadas, e implementando sileciosamente pelo mundo - inclusive no Brasil.

Parabéns ao FBSSAN, recomendamos a leitura!

O senhor das batatas

"Além disso, diz, nas suas terras pelo menos come o que quer. Ali come batatas, porco, lhama, alpaca, cuy, coelho. Já na cidade, tudo é macarrão, arroz, biscoitos.

—Isso não é alimento. Muitos químicos – diz em quíchua, enquanto seu filho traduz."

Na Funai e no Incra, governo aposta em pastores e ruralistas

Análise de Felipe Milanez sobre a situação no Incra e Funai após o golpe.

"Em poucos dias, o governo de Michel Temer atropelou direitos indígenas e camponeses e provocou um pesadelo histórico: nomeou um pastor para a Funai, indicou um ruralista para o mesmo órgão no Mato Grosso do Sul e, por fim, indicou um grileiro para o Incra."

Segundo pesquisa, das 283 substâncias encontradas nos alimentos, 68 excederam o limite de ingestão

Ótima entrevista com pesquisadora da USP, que mostrou que o LMR - Limite Máximo de Resíduos, e a IDA - Ingestão Diária Aceitável - são grandes furadas, como já desconfiávamos.

A Anvisa estabele um Limite Máximo de Resíduos para cada agrotóxico. Tomando como base a dieta média da população, o estudo verificou que, ao ingerirmos diversos alimentos com diversos resíduos, a IDA é ultrapassada para 68 tipos agrotóxicos.

Não existe uso seguro de agrotóxico, e não existe ingestão aceitável veneno.

O que existe mesmo é uma necessidade urgente da transição para agroecologia.

Agrochoro …

Agrochoro

Senador Ronaldo Caiado vai propor 'CPI' da Imperatriz Leopoldinense
POR ANCELMO GOIS 12/01/2017
Agro é tech, agro é pop

O senador Ronaldo Caiado vai propor, no Senado, uma sessão temática “para discutir, debater e descobrir os financiadores da Imperatriz Leopoldinense e os interesses em denegrir o agronegócio”.

Como se sabe, as principais entidades do campo estão enfurecidas com a querida escola de samba carioca, que no enredo “Xingu, o clamor que vem da floresta” critica o agronegócio.

Bicheiros no samba...

Veja a justificativa do líder do DEM: “Com tantos problemas no país, que sofre com traficantes, bicheiros e facções, causa perplexidade uma escola de samba atacar o agronegócio, orgulho do País, que é o único setor que gera tantos resultados positivos”.

Calma, gente

Viva Maria

"Cláudia de Pinho, da Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, ligada à Comissão Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais (CNCTP), conversa com a gente sobre o aumento indiscriminado do uso dos agroquímicos, que têm provocado a contaminação ambiental, com prejuízos para a saúde de agricultores e consumidores."

Mais uma dica do nosso guia para jornalistas:

O PROBLEMA NÃO É O USO INDISCRIMINADO/EXCESSO.
O PROBLEMA É O USO.

Ministério do Meio Ambiente

Não sabemos muito bem de onde tiraram esse dia, nem que tipo de ações o MMA/Ibama tem tomado para por ele em prático.

De todo modo, a postagem vale pelos interessantes comentários.