Campanhas denunciam chuva de veneno e violações de direitos no Maranhão

No dia 7 de maio, a Campanha Nacional em Defesa do Cerrado e a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida uniram forças para realizar um debate público sobre chuva de agrotóxicos que atingiu as famílias das comunidades tradicionais Carranca e Araçá, no município de Buriti, no Maranhão, no mês de abril de 2021.

O ataque aconteceu em plena pandemia. As famílias que vivem nas comunidades foram diretamente atingidas pela pulverização aérea de agrotóxicos. Crianças, adultos e idosos denunciam sintomas como queimaduras, coceira generalizada, febre e crises de vômito, após a chuva de veneno.

Participaram da atividade: Fabio Pacheco, da Associação Agroecológica Tijupá, da Campanha em Defesa do Cerrado e da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) Amazônia, padre Chagas Pereira, do Programa de assessoria rural da Diocese de Brejo, e Diogo Cabral, advogado popular, assessor jurídico da Fetaema e da Diocese de Brejo. A transmissão também contou com depoimentos em vídeo de moradoras/es das comunidades atingidas e de Bernardo Wittlin, da Rede de Médicas e Médicos Populares. Já a mediação ficou por conta de Nieves Rodrigues, da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida.

Assista, abaixo, a atividade na íntegra:

Para saber mais sobre o caso, acesse aqui a reportagem da Repórter Brasil sobre o ocorrido.



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Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida