Líbano denuncia Israel por usar glifosato como arma, e Trump declara agrotóxico como ‘essencial para segurança nacional’

Herbicida é o mais utilizado em lavouras brasileiras e é classificado pela OMS como provavelmente cancerígeno

Herbicida é o mais utilizado em lavouras brasileiras e é classificado pela OMS como provavelmente cancerígeno

Por Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela vida O desenvolvimento da indústria dos venenos sempre esteve atrelada à guerra. Os agrotóxicos foram moléculas desenvolvidas no início do século 20, justamente para serem utilizadas como armas químicas, amplamente utilizadas durante…

Um estudo sobre a carcinogenicidade do herbicida mais utilizado no mundo, o glifosato, envolvendo cientistas da Europa e dos EUA, descobriu que baixas doses do controverso herbicida causam múltiplos tipos de câncer em ratos. A reportagem é publicada por George Mason…

Levantamento do Idec identificou herbicida associado a riscos à saúde em alimentos Por Lucas SalumDo Brasil de Fato A presença do glifosato, o agrotóxico mais utilizado no Brasil, em alimentos ultraprocessados expõe uma realidade alarmante para quem consome produtos industrializados…

Por Tribunal Regional do Trabalho l Publicado em 10 de julho de 2025. O Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) realizará, em 19 de agosto, uma audiência pública para debater a legalidade do uso de glifosato em lavouras…

O glifosato é o principal ingrediente ativo de agrotóxicos, largamente utilizado no mundo e o mais vendido em território brasileiro. A substância passou a ser produzida na década de 1970 para matar ervas daninhas, que são aquelas plantas que nascem de maneira espontânea nas lavouras e prejudicam o surgimento dos produtos cultivados, como soja e milho. Mais tarde, porém, estudos científicos apontaram as primeiras relações entre a substância e o surgimento de doenças graves em humanos, além de danos ao meio ambiente.

Em ação inédita, quatro organizações de países da América Latina e uma da Alemanha se juntaram para denunciar a empresa de bioquímica Bayer na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) pelos impactos do agrotóxico glifosato no meio ambiente e na saúde humana.

A Comissão Europeia anunciou nesta quinta-feira (16/11) que prorrogará por mais dez anos a licença para o uso do glifosato na União Europeia (UE). A decisão foi tomada devido à falta de um consenso entre os 27 países do bloco sobre a extensão da licença ou a proibição do agrotóxico mais utilizado no mundo, cuja aplicação é alvo de polêmicas e intensos debates entre especialistas e ambientalistas.

Um estudo envolvendo diversos centros de pesquisa estrangeiros sugere que a explosão de leucemia infantil pode ser explicada pelo uso do glifosato, agrotóxico mais usado no mundo. Dados iniciais de um estudo global sobre a substância (GGS, da sigla em inglês), divulgados nesta quarta-feira (25), mostram que mesmo em doses baixíssimas, o herbicida causa leucemia em ratos. E que metade das mortes dessas cobaias ocorreu em idade precoce.

O uso do herbicida glifosato será totalmente proibido em Misiones a partir de 2025. Assim, tornou-se a segunda província do país a fazê-lo, depois de Chubut, onde a proibição está em vigor desde 2020. A norma que a estabelece é a nova Lei de Fomento à Produção de Bioinsumos, sancionada pelo Legislativo e que inclui um conjunto de medidas de investigação, otimização e promoção de insumos biológicos, gestão da irrigação e uso eficiente da água, e desenvolvimento sustentável das culturas. O projeto de lei foi apresentado pelos deputados Carlos Rovira (Frente de Renovação da Concórdia), Martín Sereno (Terra, Teto e Trabalho) e Marta Ferreira, atual ministra da Agricultura Familiar da província.

Entra ano sai ano, governos entram e saem ,crises abalam a economia, mas uma coisa nunca muda: a indústria de agrotóxicos sempre aumenta seus ganhos no Brasil. Este é um dos destaques do relatório anual apresentado pela Abiquim, associação que reúne as empresas do ramo químico no Brasil.

Além do MST, o Seminário contou com a participação de frentes parlamentares e entidades ligadas à luta contra os agrotóxicos

Órgãos pedem a condenação da Adama Brasil SA, que fabrica o pesticida 2.4-D, por danos e riscos provocados a terceiros

Por Luiz Fernando Leal PadullaDo Diplomatique Casos de intoxicação por agrotóxicos usados nos latifúndios do agronegócio, e que foram notificadas no Brasil entre 2007 e 2017, apontam 41.612 pessoas contaminadas, ou seja, uma média de 4 mil por ano, ou 10 casos diários. No entanto, cientistas acreditam…

Pesquisa feita pelo Idec detectou pesticidas em produtos como bisnaguinha, bolachas e bebidas lácteas; glifosato foi encontrado em mais da metade das marcas analisadas