Flagrante mostra uso de agrotóxicos sem proteção, no ES
Equipe de reportagem acompanhou os produtores rurais por três meses. Idaf admite falhas na fiscalização e orientação dos agricultores.
Apesar da venda de agrotóxicos no país ser amparada por lei, muitos produtores rurais não têm o conhecimento correto de como manusear a substância, que pode ser prejudicial à saúde. A falha é reconhecida pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), que explicou que o órgão precisa investir mais em orientação aos agricultores. Durante três meses, uma equipe de reportagem do ESTV 2ª Edição acompanhou o uso de agrotóxicos por parte dos produtores, em três regiões do estado. (Veja acima a segunda reportagem da série)
Sem proteção alguma, o primeiro flagrante mostrou um produtor de Itapemirim, na região Litoral Sul, aplicando o agrotóxico sem proteção de máscara, luvas ou roupa apropriada. "A gente tem que passar, no máximo, três bombas, porque se passar o dia todo ninguém agüenta", explicou.
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Comunicadores, advogados, cientistas sociais e da saúde, militantes populares, representantes de entidades e organizações sociais e apoiadores da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida se reuniram em 28 e 29 de setembro no Centro de Estudo Sindical Rural (CESIR) da Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) em Brasília, para melhorar a organização das tarefas, a articulação dos grupos de trabalho jurídico e da comunicação e definir estratégias de fortalecimento da luta contra os venenos usados pelo agronegócio nos diferentes estados e territórios de vida e dos povos da terra no Brasil.