MPT debate impactos dos agrotóxicos na saúde e alerta para subnotificação de doenças no campo

Webinário denuncia uso de drones como armas químicas e a invisibilidade de vítimas indígenas e quilombolas em pesquisas

Webinário denuncia uso de drones como armas químicas e a invisibilidade de vítimas indígenas e quilombolas em pesquisas

A força política da burguesia agrária enraizou o modelo do agronegócio nas últimas décadas no Brasil. Somente uma forte reação da sociedade pode mudar o curso desta história.

O uso de venenos faz parte da dinâmica de invasão dos territórios, de contaminação de solos, águas e ecossistemas dos quais dependem as práticas culturais indígenas.

Com fiscalização insuficiente e rotas consolidadas, produtos falsificados e contrabandeados podem representam até um quinto do mercado no agro

Em 2011, nascia uma articulação de centenas de entidades para enfrentar o agronegócio, promover a agroecologia e barrar o uso de venenos no campo brasileiro

Documento foi lançado nesta terça-feira (31) e é uma parceria entre a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida e a Fundação Heinrich Böll Stiftung (HBS)

O canal faz parte do conjunto de estratégias e ações articuladas para a redução dos agrotóxicos, demandadas pela sociedade civil.

Estudo do Idec revela glifosato em biscoitos e pães enquanto entidades pedem reavaliação urgente de venenos na Anvisa

Por Tânia Rabello – do Broadcast São Paulo, 13/03/2026 – Reconhecida como uma das maiores referências mundiais em agroecologia, a engenheira agrônoma Ana Maria Primavesi, falecida há seis anos, aos 99 anos, dedicou mais de sete décadas à compreensão da…

Evento contou com a participação de diversos órgão, como Anvisa, Ibama e, MAPA, e abordou temas com a pulverização aérea de drones e os impactos do acordo Mercosul União Europeia

a sociedade brasileira clama por ações concretas de real impacto diante da tragédia dos venenos na vida das populações indígenas, povos e comunidades tradicionais, camponeses, quilombolas e toda a população exposta direta ou indiretamente aos agrotóxicos.

“Rebela-te. Diante de quem arquiteta a morte, manipula a consciência, mobiliza destruição, negocia direitos, incentiva a ignorância, destrói o sonho. Março está em nós, REBELA-TE.” - Diva Lopes.

Registros mostram a pulverização de agrotóxicos sobre as casas e roçados do território quilombola

Jakeline Pivato, secretária-executiva da campanha, destacou que o uso de venenos no campo funciona como ferramenta de precarização da atividade laboral